Olá colegas,boa tarde!
O meu plano de aula foi sobre esse assunto também.Para mim os ajustes feitos estão perfeitos.
Sendo o plano de aula a bússola para a gestão em sala de aula,acredito que o nosso contempla todas as nossas preocupações e objetivos propostos.
Blog de Matemática criado por professores de Educação Básica da Rede Estadual, durante o curso Melhor Gestão, Melhor Ensino.
sexta-feira, 21 de junho de 2013
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Plano de aula - Sistema de Equações
Tema: Sistema de Equações do 1º grau.
Público Alvo: 8º ano do Ensino Fundamental- 7ª série.
Aulas Previstas: 04
aulas.
Conteúdo: Álgebra/
Equações.
- Equações
do 1º grau
- Sistema
de equações e resolução de problemas.
Objetivo: Reconhecer o uso de letras nas
expressões algébricas para identificação de um sistema de equações do 1º grau.
Estratégia: Desenvolver
as situações-problema de modo que os estudantes percebam que há a necessidade
da modelagem e da linguagem para a resolução. E assim busca-se que os
estudantes compreendam com mais facilidade as situações do cotidiano que podem
ser resolvidas com o uso da álgebra.
Justificativa: A finalidade desta atividade é fazer
com que os alunos associem o uso de equações para representar algebricamente um
problema prático do cotidiano.
Desenvolvimento:
1ª
Etapa- A partir de sentenças matemáticas, fazer o uso de letras, para o
conhecimento de expressões algébricas.
2ª
Etapa- Após conhecer a expressão algébrica, trabalhar a equação do 1º grau para
que o aluno consiga ler e interpretar corretamente o sistema de equações.
3ª
Etapa- De posse dos conhecimentos prévios redigir o problema correspondente ao
sistema apresentado.
Recursos: - Livros Didáticos e Paradidáticos.
- Caderno
do Aluno (Proposta Curricular).
- Jogos Matemáticos.
Bloco Temático: Números.
Competências: G1- Observar.
Habilidades: H6- Identificar um sistema de equações
do 1º grau que expressa um problema.
Avaliação: - Através
do desenvolvimento da atividade e em função da participação, buscando
identificar o desenvolvimento conceitual de modo que possa ser feita uma
reflexão do modo de ensinar e do conteúdo;
- Prova escrita e oral.
Recuperação: Retomada
da atividade sempre que necessário, buscando formas diferenciadas para
realização da mesma.
Conclusão: Explorando todas as possibilidades sobre o tema,
planejando, incentivando e aplicando situações previstas neste plano, espera-se
que os alunos tenham condições de desenvolver outras situações de aprendizagem
envolvendo números e letras, fazendo uso da competência leitora e escritora,
dando o retorno do que aprendeu.
domingo, 16 de junho de 2013
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Primeiros contatos com a leitura e a escrita
Quando penso em meu primeiro contato com a leitura me lembro da minha primeira coleção de livros que tenho até hoje e que ganhei de minha mãe: coleção das operações. Não haviam palavras, somente números e operações, o que me fazia imaginar histórias sobre os desenhos e as operações de cada página. Foi ali, com adição, subtração, multiplicação e divisão, que começou a nasce minha paixão pela Matemática. Lembro-me também de minha professora de português da quinta série, ela lia em algumas aulas trechos de um livro que até hoje não sei qual é, a única coisa que me recordo é que era um livro da Agatha Christie, algo que acabou despertando o meu gosto pela leitura.
Acredito que estimular os estudantes apresentando os diversos gêneros é papel dos docentes, mesmo que do nosso jeito, com números e conhecimentos matemáticos envolvidos.
Olá a todos.
Sou Regiane, uma das colaboradoras deste blog. Sou licenciada em Matemática pela USP - São Carlos e mestre em Ensino de Ciências Exatas pela UFSCar. Leciono na rede estadual desde 2008. Com o mestrado e a docência veio a oportunidade de participar do NIPEM - Núcleo Interativo de Pesquisa em Educação Matemática.
Espero vê-los sempre em nosso blog comentando sobre as maravilhas da Matemática.
Abraços.
Primeiros contatos com a leitura e escrita.
Meu primeiro contato com a leitura e escrita foi através dos historias em quadrinhos de super heróis que eu ficava fascinado com os desenhos que ilustrava as revista. Mesmo sabendo que muita historia falavam e mostravam muita violência, eu gostava do formato das historia e a cronologia delas. Meus pais não gostavam nada dessas revistas, mas viam com um incentivo para o meu primeiro contato com a leitura. Meu pai adorava ensinar matemática quando eu tinha por volta de cinco anos, eu não freqüentava creche por falta de vagas na rede publica e nem escolinha porque não tínhamos condições financeiras para isso e para suprir o déficit de aprendizagem que eu iria ter quando entrasse na primeira serie aos sete anos, ele pensava que eu não acompanharia as outras crianças. E foi por isso que eu lembrando o que meus pais faziam para eu acompanhar toda a turma que me incentivou a gostar tanto da matemática que hoje em homenagem a dedicação deles que eu sou professor da área de exatas.
quarta-feira, 5 de junho de 2013
PROFESSORES EM AÇÃO
PROFESSORES EM AÇÃO
SOMOS MAIS QUE TRANSMISSORES DE CONHECIMENTOS,
MESTRES OU ATUANTES EM EDUCAÇÃO
SOMOS INCONFORMADOS COM AS INJUSTIÇAS
SOMOS PROFESSORES EM AÇÃO
QUANDO OBSERVAMOS AS COISAS DIFÍCEIS
DESAFIOS AOS MILHARES
RESPIRAMOS FUNDO,ERGUEMOS A CABEÇA
E OS ENFRENTAMOS COM INÚMERAS VARIÁVEIS
VARIÁVEIS COMO PERSEVERANÇA
ADICIONADAS À ESPERANÇA
COMPROMETIMENTO E PERSISTÊNCIA
NOS FAZ PROSSEGUIR FELIZES
RUMO A PAZ DE CONSCIÊNCIA
SEGUIMOS SEMPRE
SEM PENSAR EM DESISTIR
EXCESSO DE PACIÊNCIA?
ESPERANÇA NO PORVIR?
VOCAÇÃO,MISSÃO E DESEJO ETERNO DE CONTRIBUIR COM A NAÇÃO
POR ISSO JAMAIS SE ESQUEÇAM,
SOMOS PROFESSORES EM AÇÃO.
ROSE ELAINE R.B.SILQUEIRA
"MEU MUNDO PODE TAMBÉM SER SEU"
“Meu mundo pode
também ser o Seu.”
Apresento-me não como Dona do Saber,
A mentora da Razão,
Não sou e nem quero ser,
O “X” de nenhuma questão.
Quero com cada um de vocês,
Ensinar e aprender,
Reconstruir o Saber,
Envolver, derrubar velhos conceitos,
Sistemáticos, sujeitos
Que fizeram da Matemática esse BICHO PAPÃO,
DESTRUIDOR DE DESEJOS, DO AMOR, DA PAIXÃO.
Convido-lhes a frequentar um novo País...
O meu País...
Nele a Matemática vive,
E convive com os habitantes
Ela contribui de forma ativa, brilhante,
Para a felicidade que pode sim, ser um aprender constante.
E nesse País do “Era uma vez”...
Nós podemos problematizar,
Destruir, Reconstruir e Solucionar.
Aquilo que parecia impossível
Nós podemos sim Criar, Recriar e Transformar.
MINHAS AMÁVEIS RECORDAÇÕES ...
Ler significa descobrir e
decodificar um mundo de possibilidades e potencialidades. Sendo assim minha
experiência com a leitura e a escrita foi maravilhosa. Meus avós maternos, vó
Maria e vô Antônio gostavam muito de contar histórias quando anoitecia. Nas
férias de julho eu, meus irmãos e meus primos de São Bernardo do Campo, além de
brincarmos muito, adoravam quando anoitecia e íamos para casa de nossos avós, assar
milho verde e queijo na brasa do fogão de lenha. Durante esse tempo nossos avós
contavam estórias das mais variadas para nós. Contos de fadas, de fantasmas, histórias
de seus tempos de infância e isso fazia-nos viajar no tempo e espaço como que
transportados para esse mundo paralelo de boas e importantes recordações.
Quando voltavam as aulas minha
professora sempre pedia para que escrevêssemos uma redação sobre “Minhas
férias” e nesta eu relatava com riqueza de detalhes tudo o que havia vivenciado
naqueles dias. Dona Neusa, como era carinhosamente chamada, fazia questão de
ouvir nossas leituras e comentava todos os nossos relatos sempre com um sorriso
de satisfação por aquilo que escrevíamos.
Dessa forma comecei a ler os
livros sugeridos pela escola, lembro-me dos primeiros livros, que com muito
sacrifício meus pais compraram e que eu devorei rapidinho: “Zezinho, o dono da
porquinha preta” e “Tonico e Carniça”.Ler era uma delícia e eu não via a hora
de terminar o livro e conhecer o seu final .Daí para frente não parei
mais,comecei a participar de concursos de declamação de poesias,estimulada
pelas minhas professoras das séries finais do ensino fundamental e também
resolvi começar a escrever minhas poesias também.
Com 14 anos compus minha primeira
poesia intitulada “Sonho dourado”, poesia esta que ouso compartilhar com todos
visto que a mesma tomou uma proporção interessante... Naqueles cadernos de
enquetes (perguntas e respostas) que todas as adolescentes adoravam responder e
ter, sempre essa poesia aparecia como declaração de alguma amiga minha para o
ser amado. E quando elas precisavam escrever uma cartinha para o namorado
sempre me pediam para que escrevesse para elas e assim fui desenvolvendo minhas
habilidades com a escrita e autoria desses escritos. Tive professores e
professoras que muito colaboraram para que pudesse continuar apaixonada pelos estudos,
pela leitura e pela escrita como meio de viajar para além do que eu vejo e
criar um mundo de alegorias, possibilidades e potencialidades como já citei acima.
Sou muito agradecida a todos eles. Dessa forma continuo até hoje colocando no
papel meus sonhos, meus anseios, desejos e minhas visões de um mundo que se
apresenta no real, mas nos dá a possibilidade de fantasiarmos o ideal a ser
vivido e criado por nós mesmos. Um ser que sonha e transporta-se para o mundo
das ideias, da leitura e da escrita pode sim realizar. Pois acredito que antes
de qualquer realização, há um sonho, um desejo. Eu só realizo aquilo que antes
desejo,que antes passou pelo mundo das ideias. E é com essa concepção que leciono
que instigo em meu aluno a vontade de ser ele também um escritor, lembrando-o
que o livro de sua própria vida é a sua maior produção. Quando mais instruído, leitor
e escritor de seus atos for um Ser, mais livre e dono de si ele será. Nossas
escolhas futuras dependem e muito daquilo que escolhemos para fazer parte de
nossas vidas hoje.
Um filósofo da atualidade,
Charles Jones disse uma frase que julgo como verdadeira e cabível nessa nossa
reflexão:
“Daqui a
cinco anos você estará bem próximo de ser a mesma pessoa que é hoje, exceto por
duas coisas: os livros que ler e as pessoas de quem se aproximar.”
É acreditando nisso que insisto
em dizer que ler e escrever vai muito além de interpretar o mundo, nos dá
condições de sermos mais e melhores.
Agora como prometi minha primeira
poesia escrita aos 14 anos.
SONHO
DOURADO
SE UM DIA FICARES PARADO
OLHANDO O SOL COM SUA LUZ DE OURO
CONTINUE SONHANDO SEU BELO SONHO DOURADO
POIS PRA MIM VOCÊ É UM VERDADEIRO
TESOURO
E SE EM UM DESSES SONHOS DOURADOS
ESTIVERES SEMPRE OCUPADO
PODES TER A CERTEZA, QUE EM UMA DESSAS OCUPAÇÕES
ESTAREI SEMPRE A SEU LADO
E QUANDO OUVIR AS ONDAS MURMURAREM
E VOCÊ DE MIM SENTIR SAUDADES
PODE OUVÍ-LAS QUE ELAS MURMURARÃO: “AMOR, APESAR DA DISTÂNCIA TE DESEJO
FELICIDADES!”.
Primeiros contatos com a escrita e a leitura
Na minha infância morava em um sítio e estudava na escola de uma fazenda. A escola tinha uma única sala e era composta de três séries, a primeira fileira era a do primeiro ano, a segunda fileira era a do segundo ano e a terceira fileira era a do terceiro ano. A lousa era dividida em três partes e a professora era respeitada por todos os alunos. Quando ela lia um livro ou contava uma história era para toda a turma e nós os pequeninos viajávamos junto com ela para o mundo encantado, prestando atenção em cada fala e para cada final feliz, "aplausos". Chegando em casa contava as histórias para minha mãe que parava para ouvir, toda orgulhosa e feliz. No quarto ano fui estudar na escola da cidade e lá tinha biblioteca,onde podia escolher meus livros preferidos. O gosto de ler começa bem cedo, na escola em casa, mas para isso é preciso ter o incentivo de alguém seja dos pais, dos professores ou até mesmo de um amigo. Gosto de ler um bom livro, mas minha grande paixão são os números.
terça-feira, 4 de junho de 2013
Primeiros contatos com a leitura e escrita.
Minha primeira experiência com a leitura veio por parte do meu pai. Quando eu tinha por volta de 3 a 4 anos, ele ia à banca comprar jornal e sempre trazia para mim e para minha irmã um gibi. Minha mãe dizia para ele: as meninas não sabem ler, e ele respondia que nós sabíamos ver as figuras e desta forma nos interessaríamos mais rápido em aprender a ler, para saber a história dos quadrinhos. Convivi pouco tempo com ele, pois ele faleceu quando eu tinha cinco anos, mas a colocação dele sempre foi certa, porque além de querer aprender a ler, eu contava as histórias a meu modo só olhando para as figuras. O hábito de ler gibi, também passei aos meus filhos, do mesmo modo que o meu pai me ensinou, desde muito pequenos, aprendendo a montar uma história só olhando as figuras. A leitura faz parte da minha vida, ler tranquiliza, amplia conhecimentos, transpõe barreiras. É possível conhecer lugares com a leitura. Procuro mostrar a grandeza de ser leitora aos meus alunos, mesmo que essa leitura aconteça com os problemas e operações matemáticas.
Assinar:
Postagens (Atom)